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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ainda não é amanhã

Esperei toda a semana pelo nosso encontro de amanhã...que afinal não é... secamente fui informado que só a partir de Agosto...se entretanto não fores de férias com a tua mãe. Gera-se uma confusão tão grande de sentimentos dentro de mim. Pensar em mais uma espera. Novamente não é amanhã. O teu rosto continua perfilado no meu consciente....em permanência...em tudo o que faço... Anseio pelo abraço que te possa dar...que não será ainda amanhã...Resta-me aguentar...Encontrar forças não sei bem aonde. Não me apetece ficar aqui. Apetece-me estar aí. Nesse nosso mundo que haveremos de criar. Mas que não será amanhã. Ainda não será amanhã.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Pergunta às mães


Se é mãe, este post é para si.... Peço-lhe que reflicta um segundo apenas sobre todo o amor que tem pelos seus filhos. Faria com certeza tudo para não os ver com fome ou frio. Certo? Preocupa-se se não os sente bem. Certo? Aposto que na praia não consegue ficar tranquila se não souber minimamente onde estão os pequenos. Certo? Agora peço-lhe que se imagine (por muito que lhe custe) separada do pai das suas crianças. Sabendo que os seus filhos mantêm com o pai uma relação saudável, acharia normal separá-los dele? Não procuraria aproximá-los do pai, por mais problemas que pudesse directamente ter com ele? E se voltasse a casar ou encontrasse um novo companheiro? Não pensa que a manutenção de um relacionamento dos filhos com o pai seria para eles fundamental?
Prolongue um pouco este exercício... Coloque-se no papel do pai dos seus filhos. Imagine-o separado de si, por mais remoto que isso possa parecer... Sempre o considerou um bom pai, e sabe que ele ama com loucura os filhos. Agora veja-o privado dos filhos. Sem relacionamento com a mãe e como consequência sem contacto com eles. Como é que ele ficaria? Por pior marido que fosse, acha que o podia privar ao convívio com os filhos?
Compreende o que um pai pode sofrer? Acha que é natural uma mãe ter um comportamento assim?